Ghost
Uma palavra; uma risada; algumas olhadas e pouco ou nenhum afeto, talvez, quem sabe!?
A começar por seu modo evasivo de ser, de querer ser o o senhor pérola, sempre em sua concha.
A modalidade era a do ''tentar para ver no que dá''. Deu certo? deu, só a priori, depois ficou estranhamente confuso. Era algo que destruía todos os feelings: O seu enorme e quase psicótico comportamento. Se mantinha vivendo suas irrealidades e fantasias. Não vivia aqui, nem mesmo sabia de onde vinha, tampouco queria permanecer. Eu!? AH, eu queria ir pra qualquer lugar, contanto que estivesse ao seu lado, enlouquecendo, sendo devorado, porém, em um termo bem geral, sendo feliz. Ok, talvez felicidade seja utopia demasiada, ou como costumávamos dizer: ''É ser pretensioso demais''. Tinha algo que se escondia em sua fala; não sei se estava fazendo morada no seu tom de voz, no jeito que se referia a nós, ou ainda em seus olhares tão misteriosos, acompanhados de um silêncio. Talvez eu tenha criado esse fantasma, quem sabe!?



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